quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Notebook que resiste à água chega ao mercado japonês em novembro

Toughbook, da Panasonic, foi apresentado no Japão.
Computador continua funcionando após quedas e descargas elétricas.

Do G1, em São Paulo

Modelo joga água em notebookModelo demonstra a 'força' do novo notebook da série Toughbook, da Panasonic, que é resistente à água. Considerado um dos modelos mais fortes do mercado, voltado para usuários que trabalham em condições extremas de clima, o computador continua funcionando após quedas e fortes descargas elétricas.(Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)

Modelo apresenta notebook resistente.O Toughtbook possui uma capa protetora de liga de magnésio que o protege. O computador chegará ao mercado japonês em novembro. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Híbrido entre tablet e telefone começa a ser vendido nos EUA

O Streak é o primeiro híbrido entre tablet e telefone da Dell Foto: Divulgação

O Streak é o primeiro híbrido entre tablet e telefone da Dell
Foto: Divulgação


A Dell começa a vender esta semana nos Estados Unidos o Streak, seu primeiro tablet com sistema operacional Android, do Google. O aparelho vem com Android 1.6 instalado e tem preço sugerido a partir de US$ 299 - cerca de R$ 530 - com um contrato de dois anos com a operadora AT&T.

O Streak é o primeiro da Dell. O aparelho oferece uma tela de 5 polegadas (para comparação, a do iPhone tem 3,5 polegadas) com uma câmera de 5 megapixels, conectividade 3G, Wi-Fi e Bluetooth, acelerômetro e GPS. Segundo a Dell, ainda este ano será feita uma atualização do Android para a versão 2.1.

Além dos planos com a AT&T, a Dell vai vender o Streak desbloqueado, sem contrato, pelo preço sugerido de US$ 549,99 - cerca R$ 970. O produto começa a ser entregue até o final da semana nas lojas e para consumidores que efetuaram compra antecipada online.

A Dell também anunciou dois acessórios para o Streak: uma base para uso no carro (principalmente para o software de navegação por GPS), que vai custar US$ 39,99, e um dock para a sala de estar, para conectar o tablet ao televisor - que será vendido por US$ 69,99.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Tela permitirá sentir gostos e cheiros por meio do PC

O SENSE promete uma tecnologia fantástica para simular sabores diversos Foto: Divulgação

O SENSE promete uma tecnologia fantástica para simular sabores diversos
Foto: Divulgação

FABIO ROBERTO MACHADO JORDÃO
Baixaki

O ser humano é uma máquina incrível e até agora vem se superando e desenvolvendo novas tecnologias e máquinas que alteram completamente a forma de vida. Todavia, algumas coisas ficam apenas na imaginação e parecem ser bem mais complexas de realizar.

Entre tantos sonhos está a possibilidade de usar outros sentidos para melhorar a experiência com filmes, jogos e outras atividades do mundo fictício. Até o momento temos imagens com resoluções incrivelmente altas, faixas de áudio com mais canais do que se pode imaginar, mais de um ângulo para aproveitar um mesmo filme e até diversos idiomas para agradar a todos.

Será que não é suficiente? Para muitos com certeza isso não é nem metade do sonhado. Afinal de contas, se podemos utilizar o olfato, o tato e o paladar na vida real, por que não expandir o mundo virtual para tais fronteiras? A resposta seria simples: não há como fazer isso, porque a tecnologia não permite.

Na realidade, ainda não há realmente como fazer isso, mas há conceitos em desenvolvimento justamente para tornar a interação entre computador e ser humano mais profunda. Como? Conheça o SENSE, um dispositivo que deve possibilitar o uso de outros sentidos na utilização diária dos computadores e possivelmente em outras máquinas.

Você pode ver, você pode tocar
As telas sensíveis ao toque não são novidade faz tempo, sendo esse o detalhe menos relevante no SENSE. Contudo, o produto tem uma tela bem melhorada, que cria uma experiência tátil absurdamente precisa. Usando componentes internos (e uma tecnologia inimaginável), o SENSE consegue reproduzir diferentes texturas, temperaturas e até mesmo a consistência.

Para exemplificar não é difícil, basta você pensar na possibilidade de entrar num site que vende roupas e ter o prazer de sentir o tecido sem nem mesmo sair de casa. Evidentemente, de nada vai adiantar apenas a tela tátil do SENSE, pois será necessária toda uma parte de programação dedicada (e altamente complexa) para que os sites e programas contenham informações sobre os detalhes físicos do produto.

Aliás, falando na parte de desenvolvimento das texturas, não há como exemplificar a complexidade de tal tarefa, além da quantidade de dados que seria transmitida via internet para que o usuário pudesse tocar cada parte de um objeto. E tudo fica ainda mais complicado quando se trata de objetos não estáticos, como os que são inseridos em jogos e filmes.

Ainda não há detalhes do material que será utilizado na tela tátil, mas é óbvio que deverá ser algo bem maleável e suscetível a impulsos elétricos. Apenas para efeitos de comparação, esta tecnologia será mais surpreendente do que vemos em filmes, pois não apenas será possível controlar os elementos da tela, como também interagir de verdade.

Vale frisar que o dispositivo deve facilitar a vida das pessoas com deficiências que atrapalham o uso do computador, pois além de conseguir reproduzir qualquer texto na linguagem, o SENSE pode ser totalmente controlado por voz.

Sinta o aroma virtual
Tela tátil talvez não impressione muito, porque os usuários já conhecem telas que possibilitam certa interatividade com os elementos virtuais. No entanto, a possibilidade de cheirar algo pelo computador seria revolucionária. Quem nunca acessou o Tudo Gostoso e ficou com água na boca só de ver a foto de um bolo bem delicioso?

Então, imagine se realmente fosse possível sentir o aroma das receitas em um site, o doce cheiro dos perfumes numa loja virtual de produtos de beleza ou até ativar o sentido virtual do olfato ao assistir a um filme. O conceito SENSE também tem detalhes nesse quesito e teoriza que por meio de sete principais aromas seria possível reproduzir quaisquer tipos de cheiro.

O dispositivo trabalhará com cartuchos de aroma (muito parecidos com os de tinta), os quais trarão substâncias de alta concentração e poderão ser substituídos quando esgotados. Como serão ativados? O próprio usuário deve escolher quando deseja sentir o cheiro de algo, mas tudo novamente dependerá da parte de programação dos softwares, páginas da web e até das imagens.

Das imagens? Sim, as imagens ganharão um novo sentido e serão muito mais complexas, visto que terão uma parte visual (para visualização bidimensional e tridimensional) e outra parte de programação, na qual os criadores da imagem deverão especificar o aroma dos elementos presentes na imagem - assim como já fazem com as cores, mas com os cheiros talvez haja um número maior de códigos.

Talvez a ideia não seja genial para todas as ocasiões, como em um filme no qual haja muitas cenas nojentas. Apesar de ser possível ativar (e desativar) o recurso no momento em que quiser, o espectador não tem como adivinhar os momentos em que o aroma não será agradável.

Tudo ganha sabor com o SENSE
Para completar a experiência com o mundo virtual, o conceitual SENSE promete uma tecnologia fantástica para simular sabores diversos. Com este recurso seria possível cheirar a receita e ainda experimentar um pouquinho do gosto daquele bolo que você sempre vê a receita num site mas nunca teve paciência de fazer.

Como vai funcionar? De maneira parecida com os cheiros, exceto que aqui o dispositivo vai contar com seis cartuchos de sabores, os quais - em teoria - poderão imitar quaisquer gostos. Para efetuar a simulação de sabores, o SENSE vai utilizar os seguintes cartuchos: salgado, doce, azedo (ou ácido), amargo e apimentado. Como um adicional, o sexto cartucho terá o sabor "umami" (gosto das comidas orientais).

Os cartuchos liberam os sabores na forma de pó, os quais são transferidos para um papel comestível que quando colocado na língua derrete e libera o gosto do objeto exibido na tela. O processo é complexo? Sem dúvida alguma. Imitar objetos e suas características é uma tarefa muito difícil e não exige apenas do dispositivo SENSE, porém muito mais dos criadores de um software capaz de interpretar os detalhes de determinados itens. Detalhe: essa tecnologia aliada à impressora de alimentos (confira o artigo clicando aqui) seria um prato cheio para os menos habilidosos na cozinha!

Não foi relatado como o conceito SENSE atuaria no sentido de softwares, contudo há duas possibilidades: a primeira seria uma enorme base de dados, a qual daria acesso ao software do SENSE (capaz de reconhecer objetos numa cena e interligá-los aos dados da base de dados). A segunda possibilidade seria que as imagens, filmes e jogos já trouxessem as informações para atuar com os demais sentidos.

Detalhes básicos de quaisquer dispositivos
Agora que você já sabe o fantástico, talvez seja hora de relatar algumas características interessantes do SENSE. O design do produto se limitaria a uma tela bem fina, a qual não seria plana e teria espaço dedicado para a mão do usuário. Não há informações sobre a instalação e utilização dos cartuchos (de aroma e sabor), entretanto presume-se que tais suprimentos seriam adicionados a um recipiente externo - justamente pelo tamanho dos itens adicionais.

O SENSE deve contar ainda com suporte para novos softwares e atualizações pela internet, justamente para aumentar a quantidade de recursos e a qualidade na simulação dos sentidos virtuais.

Além disso, é possível que exista reconhecimento biométrico e outras funcionalidades. Toda a engenhoca deve funcionar com um hardware altamente dedicado (possivelmente semelhante ao do Playstation 3, que usa processador de células), porém não há informações técnicas quanto a esse quesito.

É coisa de filme e estará disponível num futuro desconhecido
Por fim é bom salientar que o dispositivo ganhou dois prêmios: o red dot award (por melhor inovação no setor "Interação e Comunicação") e também o red dot award: design concept 2009 (graças ao visual impressionante do SENSE). Talvez esse projeto nunca saia do conceito, mas somente as ideias já são intrigantes e chegam a animar aos que procuram por inovação. Falando em futuro, veja uma cena do filme Minority Report, onde o futuro é tão surpreendente quanto o SENSE, pelo atalho http://tinyurl.com/24c7buq.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Notebook 3D deve chegar às lojas no final de junho

O Ideapad Y560d vem com óculos polarizados e software especial para reproduzir conteúdo 3D Foto: Divulgação

O Ideapad Y560d vem com óculos polarizados e software especial para reproduzir conteúdo 3D

A Lenovo lança no final do mês nos Estados Unidos seu primeiro notebook com tela 3D, o Ideapad Y560d - que vem ainda com óculos polarizados e software especial para reproduzir conteúdo nesse formato.

As máquinas 3D virão em configuração com processador Intel Core i3 ou superior, com até 8 GB de RAM e a tecnologia Enhanced Experience RapidDrive, que permite combinar um disco rígido (de até 750 GB) com um disco SSD, deixando a inicialização do Windows 7 mais rápida. O Ideapad Y560d conta ainda com uma placa de vídeo ATI Radeon HD5730 de 1 GB de memória.

O Ideapad Y560d vem com óculos de lentes polarizadas (iguais às dos cinemas 3D) e o software TriDef 3-D, que gera imagens nesse formato em games e filmes. O notebook, com previsão de chegada às lojas no fim de junho, tem como opcionais um drive Blu-ray, suporte a gráficos em alta definição e uma saída HDMI para conexão ao televisor. Seu preço sugerido inicial é de US$ 1.199 - cerca de R$ 2,1 mil.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Nvidia lança GeForce 400 no Brasil

As novas GPUs GeForce GTX 480 e GTX 470 da Nvidia já estão à venda no Brasil , anunciou Richard Cameron, presidente da empresa no Brasil.

Direcionadas para os gamers mais aficcionados, as unidades de processamento gráfico prometem um maior desempenho em tesselação, isto é, maior performance em geometria e realismo gráfico na plataforma DirectX11 da Microsoft para games.

Ambas as GPUs são produzidas na arquitetura Fermi, da Nvidia. A GTX 480 tem 3 bilhões de transistores, e promete uma performance em tesselação 8 vezes maior que a anterior GTX 285.

Segundo a Nvidia, a ideia é que os gráficos de jogos sejam cada vez mais parecidos com cenários reais. Para conseguir isso, a placa de vídeo precisa produzir cada vez mais formas geométricas em tempo real, eliminando as figuras “quadradas” dos jogos.

A GTX 480 também promete uma performance 2,5 maior na simulação de efeitos físicos e 3,5 na simulação de iluminação. Apesar de pretender entregar um excelente desempenho, a GTX 480, comparada com a concorrente, consome mais energia, com 250 W. A ATI Radeon HD 5870 consome 188 W.

De acordo com dados apresentados pela Nvidia, somente no ano passado, 1,7 milhões de GeForces foram vendidas no Brasil, mas isso atinge apenas 45% dos desktops domésticos do país. Para Cameron, o número ainda é baixo, comparado a países que apresentam um patamar em torno de 70%.

O principal empecilho ao crescimento das vendas no país, diz a fabricante, é o alto imposto sobre as placas de vídeo, que no ano passado aumentou de 2% para 31%.

A Nvidia também pretende ganhar espaço no mercado brasileiro vendendo seus kits de 3D estereoscópico, os 3D Vision. Compostos de monitor capaz de exibir 3D, óculos da Nvidia, placa gráfica compatível e drivers, os primeiros PCs 3D fabricados no país serão das marcas Itautec, Accept e Compujob, afirmou Cameron.

Internacionalmente, a Nvidia está investindo também em processadores para tablets e smartphones, categoria em que sobressaem os processadores Tegra. “25 tablets vão incorporar o Tegra no futuro próximo”, disse Cameron. Hoje, o smartphone Microsoft Kin e o tablet N700 da Aigojá possuem o Tegra embarcado.