sábado, 20 de agosto de 2011

O que importa na hora de comprar um PC?

Em todos os tipos de produtos há características que são enfatizadas pelos fabricantes e vendedores, mas que na verdade não tem muita importância para a maioria das pessoas. Muitas delas são importantes só em um contexto mas não em outros, e algumas características realmente importantes às vezes não recebem atenção.

Computadores, sejam desktops ou notebooks, não são diferentes. Antes de gastar seu rico dinheirinho em um novo modelo com um processador de “trocentos gigahertz”, leve em conta as informações neste artigo. Aqui mostramos quais as características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em sua próxima máquina.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona 6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda geração (família Sandy Bridge) ou AMD Fusion.

Jogos são a exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Um processador de vídeo mais rápido com menos RAM irá sempre ter melhor desempenho que um processador inferior com muita RAM.

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científica ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento.

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que realmente importa

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um netbook com 2 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 1 GB. Se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador), não aceite menos que 4 GB, e máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia se você pagar o preço.

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) ainda são raros por aqui e tem capacidade limitada, modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns, mas ainda assim caros. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos.

Se você puder, invista nesta tecnologia. Mesmo um SSD menor, como um modelo de 64 GB, pode ser útil: coloque o sistema operacional nele, e deixe seu HD tradicional para os arquivos grandes como filmes, fotos e músicas.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,2 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa.

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que ficar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: ficar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Designer apresenta laptop maleável que lembra caderno

O termo notebook, que em inglês significa caderno, também foi aplicado aos laptops justamente por estes serem tão portáteis quanto cadernos. Apesar disso, as superfícies dos computadores de hoje ainda deixam a desejar em um quesito quando comparadas ao papel: a flexibilidade.

No entanto, com o advento da tecnologia AMOLED, poderemos ter notebooks que realmente se parecem com revistas e agendas. O designer coreano Kim Min Seok apresentou um conceito de laptop bastante interessante e que tira todo o proveito das telas dobráveis e maleáveis.

De acordo com as imagens do projeto, o portátil seria parecido com um fichário, com duas telas touchscreen, lembrando — em função — mais um tablet do que propriamente um notebook. Quanto ao uso, não se sabe se o gadget seria apenas um reprodutor multimídia ou contaria com uma estrutura capaz de rodar aplicações mais robustas.



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11723-designer-apresenta-laptop-maleavel-que-lembra-caderno.htm#ixzz1SbsYp5pi

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Estudo do Ipea mapeia perfil do consumidor online brasileiro

Na lista de variáveis que determinam propensão ao consumo via web, a experiência com vírus e malwares tem mais peso que o uso das redes sociais.

O uso de redes sociais não determina, por si, tendência maior ou menor ao consumo online, mas quem já teve problemas com vírus e malware tem, sim, maior probabilidade de comprar via web. Essas são algumas das revelações do estudo "Vendas on-line no Brasil: Uma análise do perfil dos usuários e da oferta pelo setor de comércio", realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e que foi divulgado na manhã desta quinta-feira (2/6).

No estudo, o Ipea procurou descrever um perfil do brasileiro que consome online – grupo que, segundo os dados apresentados, representa 19% do total de internautas do país - e, também, fornecer mais detalhes sobre um setor que, entre 2003 e 2008, viu seu faturamento crescer 145%.

É importante ressaltar que, na produção do relatório, o Ipea baseou-se, entre outras informações, em dados da pesquisa TIC Domicílios 2009, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). De lá para cá, ocorreram a febre das compras coletivas (em 2010) e a explosão no uso de redes sociais, como oTwitter e o Facebook.

“A evolução das tecnologias de informação e comunicação (TIC), associadas à emergência de novas técnicas de logística e gerência da cadeia de suprimentos, levou a uma revolução do processo de compra e venda do setor varejista”, constata o Ipea, no relatório.

O estudo ressalta, contudo, que essa evolução se faz mais presente nas grandes cidades que nas cidades menores. “Nestes locais, a situação do comércio é basicamente a mesma dos anos 1950”, sustenta. O instituto também relaciona as mudanças no comércio à ampliação do acesso à Internet.

Dois pontos
O Ipea avaliou o comércio eletrônico a partir de dois pontos de vista: dos usuários e das empresas. O estudo identificou tanto o perfil dos usuários de e-commerce – com base nos dados da pesquisa TIC Domicílios 2009 - como os principais aspectos da evolução do setor no Brasil (com base em dados históricos do IBGE e do Banco Central).

Em relação ao perfil dos usuários, a pesquisa apurou que, dos 63 milhões de internautas que o país tinha em 2009, cerca de 19%, ou 11,97 milhões, são compradores pela Internet. O Sudeste é a região que tem a maior fatia de internautas que consomem online: 23%. Em seguida vêm as regiões Sul (20%), Norte e Centro-Oeste (com 19% cada) e Nordeste (12%).

Nas áreas urbanas, a fatia de compradores online é maior que nas áreas rurais. Dos internautas urbanos, 20% compram na web. Entre os que moram nas zonas rurais, esse índice é de 9%.

Em termos de classe econômica, a que mais consome online é a A (59%). A classe B responde por 33% das compras online e a C – na qual, segundo o IBGE, já se encontra a maior parte da população - tem 13%. Dos internautas das classes D e E, juntas, 5% dos indivíduos já compraram online.

Mais velhos, mais compras
Na categorização por idade, a maioria dos internautas que compram online (29%) está na faixa entre 35 e 44 anos. Os grupos de internautas entre 25 e 34 anos e entre 45 e 49 anos têm o mesmo peso – 26% - enquanto internautas entre 16 e 24 anos formam 18%. Além disso, o porcentual de internautas homens que compraram online (22%) é maior que o de mulheres (17%). E a maioria (41%) afirmou ter ensino superior.

O relatório do Ipea também buscou determinar, com base em várias categorias de dados, quais variáveis influenciam a escolha de comprar ou não produtos e serviços pela Internet. Foram cruzados dados sobre acesso a e-mail, uso de sites de busca, inscrição em redes sociais, idade, sexo, classe social, nível de educação e habilidades digitais, entre outros. Com base nisso, o instituto calculou um coeficiente que indica o grau de influência da variável na decisão de compra pela Internet.

Os resultados apontam, por exemplo, que moradores da região Norte têm maior probabilidade de serem consumidores online que os da região Nordeste. Da mesma forma, membros das classes A e B são mais propensos a comprar online. Homens têm maior tendência a consumir via Internet, mesma condição dos indivíduos mais velhos em relação aos jovens.

Mais curiosas são as relações entre o uso de certas tecnologias e a propensão a consumir online. Segundo o estudo, indivíduos que já tiveram algum problema com segurança da informação são mais propensos a consumir na web. Quem utiliza serviços de voz pela Internet (VoIP) e manda arquivos com anexo também possui maior probabilidade de aderir ao consumo virtual.

O Ipea também destaca a “ausência de significância estatística da variável que indica a participação em redes sociais”. Ou seja, um indivíduo que participa de redes sociais não teria, com base apenas nessa variável, propensão especial ao consumo online.

"Esperávamos que houvesse um efeito positivo e significante desta variável sobre o consumo de bens e serviços pela Internet", afirmou o Ipea, no relatório. Uma hipótese levantada pelo instituto para justificar a descoberta é que essas redes são utilizadas predominantemente por jovens, categoria que tem menor probabilidade de consumo na comparação com os mais velhos.

O número de horas que a pessoa navega na web também interfere de forma positiva na probabilidade de consumo online, afirma o Ipea. Há, no entanto, um efeito colateral: quanto mais tempo o internauta fica na rede, menor essa influência.

E-commerce e produtividade
No que diz respeito ao comércio varejista na Internet, o Ipea destaca o forte crescimento do setor entre 2003 e 2008, no qual o número de empresas aumentou de 1.305 para 4.818 e a receita total, de 2,4 bilhões de reais para cerca de 5,9 bilhões. No entanto, o instituto ressalta a inexpressividade do setor em relação ao varejo brasileiro. “As 4.818 empresas que vendiam pela Internet [em 2008] correspondiam a apenas 0,4% do total de empresas varejistas. Sua receita pela Internet era inferior a 1% do total da receita do varejo”, afirma o comunicado.

Outro dado levantado pelo Ipea aponta que o comércio não especializado, representado por hipermercados, supermercados, lojas de departamento e outros, corresponde a 25% do total de vendas online do varejo no Brasil. As lojas especializadas respondem por 93% do número de empresas e 73% do total de vendas pela Internet.

Segundo a pesquisa, a categoria econômica com mais lojas na Internet é a de material de construção: são 1.701 firmas, ou 37,8% do total. Artigos farmacêuticos e de perfumaria – a segunda maior categoria - são representados por 707 empresas. Apenas 23 firmas (0,5%) foram classificadas na categoria de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo; no entanto, em valor, a categoria – que teve receita bruta de 465,7 milhões de reais em 2008, ou 11% do total - só é superada pela de artigos culturais, recreativos e esportivos (que incluem CDs, DVDs e livros), que faturou 482,6 milhões.

No relatório, o Ipea conclui que a adoção do e-commerce “contribui positivamente para a produtividade das firmas que optaram pelo comércio eletrônico”. Além disso, o instituto afirma que a produtividade das empresas que não adotam o e-commerce seria maior se utilizassem a tecnologia. Ao apontar a importância do setor de serviços na criação de novos empregos e a baixa remuneração média por pessoa no comércio, o relatório conclui que “a baixa produtividade do setor de serviços em geral, e do comércio em particular, deveria ser objeto de maior atenção por parte das políticas públicas”.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Motorola lança Xoom e Atrix no Brasil e América Latina


Motorola Xoom (Foto: Divulgação)Motorola Xoom (Foto: Divulgação)

Motorola anunciou hoje em um evento em São Paulo que vai lançar na América Latina os tão esperados Motorola Xoom, o primeiro tablet equipado com a versão 3.0 do Android (Honeycomb) e o Motorola Atrix, o smartphone mais poderoso do mundo. Os dois serão vendidos a partir da metade de abril no Brasil, Argentina, Colômbia, México, Chile e Peru.

Apesar de rodar o Android 2.2, o Atrix possui um bom hardware, e poderá ser atualizado para o Honeycomb (Foto: Divulgação)Motorola Atrix (Foto: Divulgação)

O Motorola Xoom é um verdadeiro sonho de consumo, com seu processador Dual-Core de 1GHz, 1GB de RAM e câmeras frontal e traseira. Ao contrário do seu rival iPad 2, o Xoom pode rodar o Adobe Flash Player 10.2, disponível para download no Android Market. Apesar de ainda não ter muitos programas e jogos criados especialmente para o Honeycomb, o Xoom também pode rodar os mais de 150 mil aplicativos disponíveis no Android Market. A versão Wi-Fi com 32GB de capacidade deverá custar R$ 1.899,00.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Apple para os não-iniciados

Computador desktop, servidor remoto ou máquina para os não-iniciados em Apple? O Mac Mini é tudo isso e mais um pouco. Neste review, focaremos no fato de ele ser um computador compacto, para conectar todos os seus periféricos, e analisá-lo como um gadget mais acessível para quem está fora do mundo da maçã.

Mac Mini (Foto: Divulgação)Mac Mini (Foto: Divulgação)

Funcionalidades

A caixa pensada por Steve Jobs e lançada em 2005 vem com o sistema operacional Mac OS X, mas ela pode ser atualizada. A versão original do aparelho vem com quatro entradas USB na traseira, entrada para ADSL, monitor, microfone e caixas de som ou fones de ouvido. Sem teclados ou mouse, você pode plugar os periféricos que tiver em casa, sem gastar dinheiro.

Normalmente quem não está acostumado com aparelhos da Apple pode começar aprendendo a mexer em um Mac Mini, exatamente pelo fato de você poder aproveitar seu monitor e seu próprio teclado e mouse. O usuário não precisa investir pesado para tê-lo; apenas o investimento no quadrado de 19,7 centímetros quadrados.

Mac Mini (Foto: Divulgação)Mac Mini (Foto: Divulgação)

Design

Literalmente um quadrado com 5 centímetros de altura, o Mac Mini é pequeno e bem cômodo para ser encaixado em qualquer lugar da sua casa. O excesso de periféricos que ele precisa para funcionar o transforma em um 'gabinete de PC', mas com sistema Mac.

Evolução do gadget

Com o passar dos anos, o aparelho ganhou melhorias. A CPU, que começou com 60 GB, em 2009 já possuía modelos com 500 GB. A memória RAM, que começou com pentes de 256 MiB DDR SDRAM de 333 MHz, hoje já pode ser expandida para 4 GB em pentes de 2 GB. Já o leitor de discos serve tanto para leitura quanto para gravação de CDs e DVDs.

O processamento ficava por conta de um PowerPC G4 7447A, de 1.25 GHz por 1.42 GHz Power. Hoje, a potência chega até 2.53 GHz no Intel Core 2 Duo P8700. A placa de vídeo compatível no início era a ATI Radeon 9200 graphics, que processa, no mínimo, 32 MB de DDR SDRAM. Hoje, seu suporte chega a placas Nvidia GeForce 9400M, com 256 MB de DDR3 SDRAM.

Mac Mini (Foto: Divulgação)Mac Mini (Foto: Divulgação)

Preço

No Brasil, o Mac Mini é ainda comercializado no modelo antigo, anterior ao lançado em julho de 2010. A média de preço desse computador desktop novo é de R$1.800.

Ficha Técnica

Sistema operacionalMinimoMac OS X versão 10.3.7 Panther
ProcessadorMinimo PowerPC G4 7447A, máximo Intel Core 2 Duo P8700
Memória RAMMinimo 256 MiB DDR SDRAM, expansível para 4GB em dois cartuchos de 2 GiB
VídeoOffboard. A placa mais poderosa é a Nvidia GeForce 9400M
Mídia óticaDVD e CD. Leitura e gravação
Armazenamentoaté 500 GB
Webcampor USB
ConectividadeWi-Fi e USB
Dimensões5,08 × 16,51 × 16,51 cm
Peso1,32 kg
Itens inclusosNenhum